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Independente de Cantanhede

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Grupo Típico de Ançã mostra riquezas locais em dia de aniversário Imprimir e-mail
Escrito por Cátia Figueiredo   
19-Mai-2010

“Uma maior participação do público” é a prenda que o Grupo Típico de Ançã deseja nas comemorações de mais um aniversário. A coletividade celebra a festa do XXXII Festival no próximo dia 30 de maio, em Ançã. Ao grupo local juntam-se outras cinco formações ligadas ao folclore, provenientes de norte a sul do país.

Algumas das partes “mais bonitas” de Ançã vão ser pontos de passagem obrigatória para os convidados do XXXII Festival do Grupo Típico de Ançã, comemorativo de mais um aniversário da coletividade.

A festa faz-se no próximo dia 30 de maio, domingo. Ao grupo aniversariante, juntam-se o Rancho Folclórico de Acipreste (Alcobaça), Grupo Etnográfico Rusga de Joane (Famalicão), Rancho Folclórico de Torredeita (Viseu), Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho e o Rancho Folclórico “Os Camponeses de Riachos” (Torres Novas).

Os participantes reúnem-se às 13H00 para um almoço-convívio, no Centro de Dia local. Seguem depois para uma visita ao Museu Etnográfico do Grupo Típico de Ançã, uma das conquistas que mais satisfação trouxe ao grupo ao longo da sua existência, assegura o presidente da coletividade.

Para as 16H00 esta marcada uma sessão solene no GTL - Gabinete Técnico Local, situado junto à fonte. È então tempo da receção aos grupos e entrega de lembranças.

A passagem pelos diferentes pontos da freguesia tem por detrás o objetivo de “levar os grupos a conhecer as partes importantes de Ançã” e a deixar os visitantes “apaixonados”pela freguesia, explica Manuel de Jesus. Até porque “quem passa por Ançã, se não entrar aqui no Terreiro do Paço, desconhece completamente Ançã.”

O presidente recorda que por ano, os dois festivais organizados por aquela coletividades trazem cerca de 500 pessoas a Ançã. Orgulho do grupo é também ser “sem dúvida o maior embaixador de Ançã por esse Portugal fora. O futebol é importante, mas joga-se no distrito; a banda tem algumas saídas mais longe, mas o Grupo percorre o país de lés-a-lés. Basta vermos que neste Festival temos grupos desde o norte até ao Ribatejo.”

Venda de bolos ajuda a angariar fundos

Peças de roupa antigas penduradas nas varandas são já uma tradição que acompanha o desfile dos grupos participantes até ao Terreiro do Paço, onde acontece o festival propriamente dito.

“Nós é que pedimos”, conta o presidente, “porque são valores que estão escondidos. Se não houver assim oportunidades, apodrecem nos baús... E aparecem coisas lindíssimas, sobretudo colchas e peças de roupa, lenços, mantos, lençóis. É realmente uma coisa que os grupos gostam de ver.”

O arranque do festival está previsto para as 17H00. No recinto dos festejos haverá ainda uma venda de bolos com o objetivo de angariar fundos para o Grupo Típico de Ançã.

As entradas são livres. O festival é organizado pelo Grupo Típico de Ançã e conta com o apoio técnico da Federação de Folclore Português e o patrocínio da Câmara Municipal de Cantanhede, Inatel, Junta de Freguesia de Ançã, Fapricela e povo de Ançã.

Ançã vai marchar

Uma parceria entre a Phylarmonica Ançanense e o Grupo Típico de Ançã, pela primeira vez, vai levar o nome de Ançã às Marchas Populares de S. Pedro, celebradas em Cantanhede no final do mês de junho.

Os preparativos para a apresentação da marca de Ançã já decorrem a bom ritmo, resultando numa “alegria muito grande, uma união e confraternização”, conta Manuel de Jesus, presidente do Grupo Típico de Ançã.

A ideia surgiu por iniciativa de cada uma das coletividades. A marcha é da autoria de um jovem músico de Ançã, Francisco Pereira. A banda local anima a parte musical. Os marchantes são oriundos do Grupo Típico, da banda e ainda alguns convidados.

 
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